Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

Feliz Natal

Um muito Feliz Natal a todos os que nos visitam e que continuam a valorizar a música em português! E como a boa música continua a ser a melhor das prendas, aqui fica uma das cantoras favoritas do blog - Eugénia Melo e Castro - numa belíssima interpretação do clássico de Tom Jobim e Vinicius de Moraes "Eu sei que vou te amar", do disco "Eugénia Melo e Castro canta Vinicius de Moraes" (1994):

 
publicado por rayoflight às 01:11
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Terça-feira, 6 de Novembro de 2007

O poeta

Chega esta semana a Portugal a reedição de um dos discos de MPB mais famosos em todo o mundo: “Vinicius de Moraes, Maria Creuza e Toquinho en La Fusa”. Gravado em Julho de 1970, o disco foi concebido para apresentar a uma maior audiência o espectáculo que os três artistas levaram a Buenos Aires nesse mesmo ano e apesar do receio inicial do próprio Vinicius o LP foi um enorme sucesso. Gravado em estúdio mas com “clima” de “ao vivo” (com plateia no estúdio e diálogos e aplausos retirados da apresentação ao vivo) este disco é ainda hoje de uma qualidade e actualidade assombrosas! Encontramos aqui pérolas como “A felicidade”, “Lamento no morro”, "Canto de Ossanha”, “Garota de Ipanema”, “Se todos fossem iguais a você”, “Samba em preludio” ou “Minha namorada”, tudo gravado com esmero e sensibilidade mas e principalmente com três intérpretes de excepção cuja cumplicidade artística se estende brilhantemente ao longo dos 15 temas: Vinicius é de um vigor apaixonante, Toquinho faz maravilhas com a sua guitarra (e voz) e Maria Creuza é uma cantora única, com uma voz quente, afinada e emotiva. Esta reedição de nome “Vinicius, o Poeta” vem ainda acompanhada com uma curiosa BD que aborda a vida única do "poetinha" e o (também excelente) cd "Vinicius, Bethânia e Toquinho", gravado em 1971 e onde se ouvem obras como "A tonga da mironga do kabulete", "Tarde em Itapoã", "Viramundo" ou "O que tinha de ser". Uma edição de luxo que nos lembra a importância da obra e talento de Vinicius de Moraes (e dos seus parceiros) e que nos traz alguma da melhor música que o mundo já ouviu…10/10.
publicado por rayoflight às 22:58
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Sexta-feira, 7 de Setembro de 2007

Vinicius de Moraes

Gravado em 1969 na Livraria Quadrante em Lisboa, “Vinicius em Portugal” regista um recital do Poeta (sim, assim mesmo…com P maiúsculo!) que nos apresenta algumas das suas primeiras obras até ao então inédito poema “Sob o trópico de câncer”. Humor, saudade, o inevitável amor mas também uma actualidade desarmante que estes anos todos não apagaram da magistral obra deixada pelo “poetinha”. Um disco indispensável para os amantes da boa poesia mas e sobretudo um registo intemporal do talento do grande Vinicius de Moraes, seja pela qualidade dos textos aqui apresentados como pelos comentários, histórias e análises do próprio autor!
 
“Ternura"
Vinicius de Moraes
 
“Eu te peço perdão por te amar de repente
Embora o meu amor seja uma velha canção nos teus ouvidos
Das horas que passei à sombra dos teus gestos
Bebendo em tua boca o perfume dos sorrisos
Das noites que vivi acalentado.
Pela graça indizível dos teus passos eternamente fugindo
Trago a doçura dos que aceitam melancolicamente.
E posso te dizer que o grande afeto que te deixo
Não traz o exaspero das lágrimas nem a fascinação das promessas
Nem as misteriosas palavras dos véus da alma...
É um sossego, uma unção, um transbordamento de carícias
E só te pede que te repouses quieta, muito quieta
E deixes que as mãos cálidas da noite encontrem sem fatalidade o olhar extático da aurora.” 
publicado por rayoflight às 11:48
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Sábado, 18 de Agosto de 2007

Tom e Vinicius

Chega a Portugal uma preciosidade -  “Orfeu da Conceição” -  a obra que marcou o início de uma das mais brilhantes colaborações na história da música: a parceria entre António Carlos Jobim e Vinicius de Moraes.
“Orfeu da Conceição” é uma adaptação musical de “O mito de Orfeu”, foi escrita por Vinicius de Moraes em 1942 e musicada por Tom Jobim 14 anos depois. Subiu aos palcos brasileiros em 25 de Setembro de 1956 e o LP revelou ao mundo pérolas como “Se todos fossem iguais a você”, “Mulher, sempre mulher”, “Lamento no Morro” (em interpretações marcantes de Roberto Paiva) e um genial “Monólogo de Orfeu” recitado pelo próprio Vinicius. Tudo regido pela batuta de Tom acompanhado por uma orquestra de 35 elementos. O CD é apresentado em embalagem digipack e o encarte traz um texto de 5 páginas da autoria de Rodrigo Faour. Um disco que vale como testemunho do marco que é na história da MPB e que nos traz alguns clássicos cujo tempo não apagou o brilho…
Indispensável, 10/10.
publicado por rayoflight às 00:28
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Sexta-feira, 27 de Julho de 2007

Maria Creuza

 

Apesar de afastada desde há algum tempo das luzes da ribalta, Maria Creuza continua a cantar, a editar discos e a actuar ao vivo por esse mundo fora. Intérprete que ficou conhecida pela sua colaboração com Vinicius de Moraes (o disco “Vinicius de Moraes en La Fusa com Maria Creuza e Toquinho”, gravado ao vivo em 1970 é um dos melhores da carreira do compositor…) conheceu depois uma carreira irregular pontuada por alguns bons momentos como a mais bonita gravação já feita de “Samba em Prelúdio” (Baden Powell e Vinicius), dueto com Toquinho no CD “A metade do mundo” em 1999. Em 2006 foi editado este “Maria Creuza ao vivo”, gravado no Teatro Guaira em Curitiba e que chega agora a Portugal via importação. Acompanhada por um mui competente quarteto de músicos- Victor Velez no piano, Joelson Lima no baixo, César Machado na bateria e Marcelo Lessa no violão e guitarra, Maria Creuza desfila um sem número de sucessos da MPB como “A Felicidade”, “Tarde em Itapoã”, “Chega de saudade”, “Rosa Morena”, “Corcovado” ou “ Eu sei que vou te amar” (entre muitos outros), tudo com bom gosto e sensibilidade nos arranjos e interpretação. Nota de destaque para a voz da senhora que no alto das suas 63 primaveras continua a mostrar a muito boa gente com metade da sua idade que cantar não é para todos! “Maria Creuza ao vivo”, disponível também em DVD, não é uma obra de arte e muitas vezes a longa duração de algumas das interpretações acaba por cansar, mas se todos as edições ao vivo tivessem este charme e classe não estaríamos mal servidos, não senhor! 7/10.

publicado por rayoflight às 00:15
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Quinta-feira, 19 de Julho de 2007

Na Bossa...

Ainda não muito conhecida entre nós, Silvana Malta tem já uma longa carreira discográfica desde que gravou com Hermeto Pascoal no brilhante “Só não toca quem não quer” de 1987. Em 2005 o aclamado cd “Céu de Brasília” com a participação de Airto Moreira e Toninho Horta conseguiu algumas das melhores críticas da imprensa especializada desse ano e agora a cantora está de volta com “Be Bossa” que acaba de ser lançado em Portugal. Acompanhada por um excelente leque de músicos e com uma sensibilidade musical brilhante, Silvana Malta desfila talento e saber em 11 temas que se ouvem num ápice! Sempre com bom gosto nos arranjos e no reportório seleccionado ouve-se aqui alguma da melhor bossa nova, jazz e MPB do que actualmente se faz por aí e este é mesmo um daqueles discos que merece uma audição atenta já que muitos são os pontos altos: da sentida e emotiva “Bonita” (Tom Jobim, Gene Lees e Ray Gilbert) aos quase 6 minutos da genial leitura de “Retrato em branco e preto” (Tom e Chico Buarque”, da vibrante “Jangada” (Edu Lobo e Capinan) à emoção contida em “Canto triste” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes) ou da alegria de “Tin tin por tin tin” (Haroldo Brabosa e Geraldo Jacques) ao jazz sublime de “Eu te amo” (Tom e Chico). Todos os anos são lançados inúmeros discos que visam recriar algumas das melhores canções do rico cancioneiro brasileiro, mas, poucos são os que como este “Be Bossa” o fazem de maneira magistral. Uma agradável surpresa, 9/10.
Para conhecer mais um pouco sobre a carreira de Silvana Malta e "Be Bossa" visite o site oficial: http://www.silvanamalta.com/
publicado por rayoflight às 00:58
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Sábado, 19 de Maio de 2007

Bossa Nova

Lê-se no encarte desta colecção de 5 cd´s que esta box apresenta “A bossa nova como ela foi, é e deveria ser para sempre…”, produzida por Roberto Menescal (que também toca guitarra em vários temas) e com textos de Ruy Castro (escritor e autor de livros como “Chega de saudade- A história e as histórias da Bossa Nova”), “3 na Bossa” apresenta Edmur Hebter no piano, Elaine do Valle no contrabaixo, Toninho Pinheiro na bateria e as suas leituras para clássicos tão intemporais como “Wave”, “Dindi”, “Pra machucar meu coração”, “Chega de saudade”, “Se todos fossem iguais a você” entre muitos outros exemplos do que melhor a Música Brasileira trouxe ao mundo. Tudo “embalado” na eficaz produção de Menescal e pontuado com uns arranjos de muito bom gosto. São ao todo 50 melodias divididas em 5 discos: o primeiro de nome “A Bossa deles” apresenta clássicos da música americana e internacional como “Just in time”, “Fly me to the moon”, “The man i love”ou “Fascinating rhyhm” «temperados com Bossa Nova», o segundo cd “Carinhos sem ter fim” tem como tema principal o Amor e apresenta um reportório apoiado nos dois maiores românticos da Música Popular Brasileira: Tom e Vinicius, segue-se “Olha que coisa mais linda” com o Rio de Janeiro, o sol, a praia e o mar como pano de fundo e canções como “Copacabana”, “Corcovado” ou “Garota de Ipanema”. “Eis aqui esse sambinha” o quarto cd da colecção eleva o samba como género maior da canção brasileira e por último “Pra tudo terminar na quarta-feira” com 14 temas compostos nos anos 50 e 60 como “Minha namorada”, “As rosas não falam” ou “A noite do meu bem”. Uma viagem sobre alguma da melhor Música que o mundo conheceu e que se tem mantido firme e intemporal ao longo de todos estes anos. Cada disco desta colecção apresenta ainda um tema interactivo com videoclip. Indispensável, 10/10.
publicado por rayoflight às 05:55
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Terça-feira, 8 de Maio de 2007

Lançamento

Esta é a capa do novo disco de Miúcha, chama-se “Outros sonhos” e é totalmente dedicado a composições de Chico Buarque (irmão da cantora), Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
 
Segue o reportório do CD:
 
"Outros Sonhos" (Chico Buarque)
"Você Vai Ver" (Tom Jobim)  
"Chansong" (Tom Jobim)
"Quando Tu Passas Por Mim" (Vinicius de Moraes / Antonio Maria) 
"Amei tanto / Pra Que Chorar" (Baden Powell / Vinicis de Moraes)
"Gente Humilde" (Garoto / Chico Buarque / Vinicius de Moraes) 
"Desalento" (Chico Buarque / Vinicius de Moraes)   
Olha Maria (Chico Buarque / Vinicius de Moraes / Tom Jobim)
"Eu Te Amo / Dis-Moi Comment" (Tom Jobim / Chico Buarque)  
"Anos Dourados" (Chico Buarque / Tom Jobim)
"Fotografia" (Tom Jobim) 
"Uma Palavra" (Chico Buarque)
"Todo o Sentimento" (Chico Buarque / Cristovão Bastos)
publicado por rayoflight às 15:32
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Sexta-feira, 30 de Março de 2007

João

Se o álbum “João” (a ser editado a 16 de Abril) for apenas “metade” do que foi o espectáculo a que acabei de assistir já estaremos presente a um dos grandes discos nacionais de 2007! E digo metade, pois dificilmente será possível recriar em estúdio uma parte da magia a que assisti esta noite.
 
Bonito, genial, emotivo, musical, sensível, forte, enfim não há adjectivos suficientes que descrevam o que se viveu no Auditório Municipal de Gaia com o arranque do “Jazz in Gaia” que ficou a cargo desta senhora. Senhora? Talvez menina seja a melhor maneira de descrever Maria João, uma menina com uma senhora voz…e que voz…A cantora brincou com o público e músicos, contou-nos histórias deste disco, da sua paixão pela música popular brasileira, da surpresa e “solidão” ao ver o seu nome a solo no cartaz deste espectáculo, contou histórias sobre a sua vida e da dos músicos que a acompanham, enfim, fez-nos rir, aplaudir, emocionar, até cantar os “Parabéns a você” a Eleonor Picas a harpista que esta noite completava 31 primaveras (parabéns!) e no meio disto tudo ainda “arranjou” tempo e cantou (ou melhor encantou) para um público rendido em quase duas horas de um concerto sem falhas, verdadeiramente sem falhas.
 
Destaques? Muitos e bons…a começar por uma sussurrante e emotiva “Paz” (séria candidata desde já a melhor canção nacional do ano), a poderosa “Partido alto” de Chico Buarque, a genial leitura de “Canto de Ossanha” de Baden Powell e Vinicius de Moraes, a lindíssima interpretação (a duas violas) de “Retrato a branco e preto”, trouxe o samba na voz e atitude em “No tabuleiro da baiana” de Ary Barroso e “transfigurou-se” em Elza Soares na arrepiante “Dor de cotovelo” de Caetano Veloso. Tudo sem alguma vez soar desajustada do próprio universo musical destas canções! Cantou em português de Portugal e português do Brasil que como Gilberto Gil tão bem disse “é tudo a mesma língua”.
 
Bem, parece-me que a 20 de Abril estarei no Theatro Circo de Braga para a segunda data da digressão nacional deste espectáculo…
publicado por rayoflight às 05:09
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Sexta-feira, 2 de Março de 2007

João

Depois do álbum “Pele” com José Peixoto, Maria João está prestes a lançar um novo disco de nome “João”. Desta vez a cantora "visita" o universo da Música Popular Brasileira com temas de autores como Chico Buarque, Caetano Veloso ou Baden Powell. O lançamento está previsto para Abril e se o resultado for tão brilhante como a lindíssima leitura de “Beatriz” (de Edu Lobo e Chico Buarque) incluída no cd “Lobos, raposas e coiotes” de 1999, podemos estar presentes a um dos grandes discos nacionais de 2007. Segue a “press-release” pela Universal Music:
 
 O novo desafio brasileiro de Maria João
 
Muitos anos depois, a cantora volta a gravar um disco apenas com o seu nome, “João”, com 14 canções retiradas do cancioneiro popular do Brasil
 
“João”. Simplesmente “João”. Assim se chama o próximo disco de Maria João, com lançamento previsto para o mês de Abril, com selo da Universal. Depois de um período de 12 anos de grande cumplicidade com o pianista e compositor Mário Laginha, a cantora aposta agora num trabalho em seu nome, que inclui 14 temas saídos do riquíssimo cancioneiro popular brasileiro. A viagem pela música do outro lado do Atlântico inclui canções que foram, na sua grande maioria, alvo de inúmeras versões e interpretações, o que faz do novo trabalho em estúdio, como a própria intérprete reconhece, “um desafio arriscado”. Essa é uma das razões mais fortes para a cantora ter escolhido “João” para título de um trabalho muito pessoal que estava em maturação há já alguns anos e, explica, porque é assim que a tratam os amigos e as pessoas que lhe são mais próximas.
 
A ligação da cantora à música brasileira é antiga e perceptível em quase todos os discos em que participou, mesmo sem contar com o óbvio “Chorinho Feliz”, feito com o seu companheiro de aventuras musicais. A relação de Maria João com os ritmos, as melodias e o jeito do Brasil é tão forte e duradoura, que uma das maiores dores de cabeça da cantora foi ter de transformar um “infindável” lote inicial de canções, numa escolha muito mais restrita que fizesse sentido como conjunto. O resultado final engloba temas que vão desde velhos êxitos como “Tico Tico no Fubá”, de Zequinha de Abreu, “Canto de Ossanha”, de Powell e Vinicius e “No Tabuleiro da Baiana”, de Ary Barroso, passando por três canções da dupla Edu Lobo/Chico Buarque e um tema de Caetano Veloso, “Dor de cotovelo”, até versões de autores mais recentes, casos de Lenine, Carlinhos Brown ou Marisa Monte. O autor mais solicitado é Chico Buarque, com cinco dos temas do CD, três deles em parceria com Edu Lobo.
 
Incapaz de se limitar a “dar voz” a canções que já foram interpretadas por meio mundo, Maria João empresta-lhes o seu toque muito pessoal, valendo-se de uma imparável criatividade e de um aparelho vocal de reconhecida versatilidade. Do intimismo quase sussurrante de temas como “Meu Namorado” ou “A Outra”, Maria João salta para explosões de energia patentes em “ECT” ou “Canto de Ossanha”, percorrendo com grande à vontade uma série de registos diferentes, um dos seus trunfos mais fortes.
 
O disco contou com a participação de um grupo de instrumentistas de méritos firmados: o guitarrista Mário Delgado, o contrabaixista Yuri Daniel, o baterista Alexandre Frazão e a harpista Eleonor Picas. Os arranjos, colectivos, foram dirigidos por Miguel Ferreira, teclista dos Clã, que também assina a produção, juntamente com Nelson Carvalho.
publicado por rayoflight às 02:56
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