Terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Lançamento

Chama-se “Fado mulato” e é o novo disco de uma das nossas maiores fadistas - Maria João Quadros! Segue o press-release do cd e o primeiro vídeo deste trabalho:

 

"FADO MULATO" é um disco de encontro entre a Música Popular Brasileira e o Fado.

 

Do lado brasileiro, estão os compositores: Ivan Lins, Francis Hime, Chico César, Zeca Baleiro, Olívia Byington, entre outros. Do lado português a voz castiça e emocionante de Maria João Quadros, fadista que transita com uma facilidade enorme entre o Fado e a MPB.

 

Entre estes dois lados está o letrista Tiago Torres da Silva que, nos últimos anos, se tem dividido pelas duas margens do Atlântico.

 

"FADO MULATO" estreou-se enquanto espectáculo no Grande Auditório da "Casa da Música", completamente esgotado. Porém, o disco só agora vê a luz do dia, após três anos de gravações, e foram três anos porque nada foi deixado ao acaso.

 

"FADO MULATO" é um disco de encontro entre Maria João Quadros e os cantores, os músicos que ela venera. É assim que, num mesmo álbum, junta as vozes de Tito Paris, Francis Hime e Olivia Byington, e os instrumentistas Pedro Jóia, José Peixoto, Custódio Castelo, Vicky e Quinteto Lusotango a par dos extraordinários músicos que fizeram a base e grande parte dos arranjos. Diogo Clemente (Viola de Fado), Bernardo Couto (Guitarra Portuguesa) e Marino de Freitas (Viola-Baixo).

 

Pela primeira vez, há um disco construído musicalmente com um olhar exterior ao Fado, mas, que, vocal e poeticamente, não podia ser mais fadista.

Nada do que aqui se ouve é Fado. Tudo o que aqui se ouve é Fado. Até os dois temas que não têm letra de Tiago e foram "roubados" à obra de Chico Buarque e Paulo César Pinheiro, dois dos maiores letristas da história da MPB.

 

"Fado mulato", o tema composto por Zeca Baleiro é um hino de amor a Moçambique, país onde Maria João guarda tantas lembranças. "Vais dizer adeus", composto por Chico César, celebra o encontro entre as vozes roucas de Tito Paris e Maria João quepela primeira vez canta em crioulo. "Quando a noite adormece", com música de Ivan Lins, é uma busca na arca das memórias, "Noites perdidas", de Pedro Luis, parece ter saído de uma rua de Alfama, transformado em marcha pelo surpreendente talento de Diogo Clemente. "Gente vulgar", de Alzira Espíndola, é um tango que fala de fado (é tudo a mesma miséria, dizia a Amália!). "Fado escravo", de Olivia Byington, é uma ode aos navios negreiros e é assombrado pelo poeta brasileiro Castro Alves. "Fado Mudo", de Iara Rennó, magnificamente acompanhado por Pedro Jóia, fala disso mesmo que é este disco, de como, na alma da Maria João Quadros, há sempre Fado, mesmo que as músicas não sejam exactamente o que se espera quando se fala de Fado.”

publicado por rayoflight às 02:50
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